A entrada da Internet na Universidade fez-me perceber que ainda havia muito por explorar.
Sou um empreendedor acidental – ser empreendedor, para mim, foi uma forma de fazer aquilo que eu queria.
Temos que recusar ser somas aritméticas. Eu tenho um valor, alguém tem outro valor, se trocarmos um com o outro saímos os dois mais ricos.
O medo é uma coisa que nos prende demasiado.
Corre mal, não desistam, insistam!
Talvez exista a falta de uma entidade agregadora que faça essa promoção das várias atividades de Coimbra.
Há quem não esteja embrenhado nessa cultura e modo de vida, e para elas há um grande interesse em descobrir como se vive naqueles sitios, como as pessoas se divertem, o que vêm na televisão, como passam os fins de semana…
Dando sempre o nosso twist, com a nossa própria visão.
Não basta copiar os métodos de Silicon Valley e aplicar cá. Temos que aproveitar as caraterísticas e pontos fortes da região.
‘O mais importante é uma excelente execução, que assenta numa excelente equipa. (…) Temos o exemplo da Starbucks, que não foram a primeira loja que vende café no planeta…’
Acredito que se está a começar a formar uma nova geração de empregados. Tivemos muita gente a olhar para baixo, a picar o ponto e a cumprir regras. (…) Há agora um ambiente de empreendedorismo muito forte.’
Aquilo que nós fazemos é o espelho da nossa natureza.