Há quem não esteja embrenhado nessa cultura e modo de vida, e para elas há um grande interesse em descobrir como se vive naqueles sitios, como as pessoas se divertem, o que vêm na televisão, como passam os fins de semana…
Não basta copiar os métodos de Silicon Valley e aplicar cá. Temos que aproveitar as caraterísticas e pontos fortes da região.
‘O mais importante é uma excelente execução, que assenta numa excelente equipa. (…) Temos o exemplo da Starbucks, que não foram a primeira loja que vende café no planeta…’
Acredito que se está a começar a formar uma nova geração de empregados. Tivemos muita gente a olhar para baixo, a picar o ponto e a cumprir regras. (…) Há agora um ambiente de empreendedorismo muito forte.’
Aquilo que nós fazemos é o espelho da nossa natureza.
‘Ser bem sucedido (…) não tem nada a ver com o que tradicionalmente é reconhecido como ser bem-sucedido: chegar ao topo das empresas, acumular património, ser reconhecido,…’
Porque não integrar curricularmente uma cadeira de empreendedorismo em todos os cursos? Porque não criarem os alunos o seu próprio emprego?
Hoje em dia, na sociedade em que vivemos, o pior que podemos fazer é ser igual a todo o resto. É muito difícil distinguir entre vários currículos, porque todos têm o mesmo aspeto. [...] Tentem pensar de forma diferente e façam algo de valor para alguém.
Acredito muito mais em que nós, enquanto pessoas, podemos fazer a diferença
A Universidade de Coimbra e o IPN dão uma dinâmica muito grande a Coimbra, e isso deve ser acarinhado e incentivado. Há claramente pessoas com vontade de fazer as coisas.