É a errar que se aprende…

“Não resultar; não ter êxito” são os resultados que encontramos se fizermos uma pequena pesquisa acerca da palavra falhar, já o erro é definido como “decisão, ato ou resposta incorreta”. Independentemente da sua definição, o erro é (quase) sempre visto pelas pessoas como uma causa que leva ao falhanço e não como uma oportunidade de aprendizagem.
O “falhanço” e o “erro” são muitas vezes palavras “a evitar”, geralmente condenadas e banidas da maior parte das empresas, não só em startups como em grandes corporações, principalmente na Europa. Mas porque condenamos e vemos o falhanço como algo tão negativo?

Na verdade, falhar (pode ser) positivo
“Falhar é positivo”, este é um título de um dos capítulos do livro O Óbvio – Tudo o que precisa de saber sobre negócios, de James Dale (ex-presidente e CEO da agência de publicidade W. B. Bonner & Co. e co-fundador da empresa de consultoria de negócios Richlin/Dale LLC).
No seu livro, James reforça a ideia de que um empresário médio falha cerca de 3,8 vezes antes de atingir o sucesso. São vários os estudos que apontam que mais de 90% dos CEOs de startups já falharam em projetos anteriores e são vários os exemplos de empresas de grande dimensão que ao longo da história “falharam”: Henry Ford (a Detroit Automobile Company faliu, a Ford faturou no ano passado mais de 3 mil milhões de dólares); a Pepsi (entrou em falência 2 vezes, o grupo Pepsico fatura cerca de 2 mil milhões de dólares por ano nos EUA); a Heinz (quase faliu em 1875, resistiu e foi vendida por 28 mil milhões de dólares em 2013).

Embora distantes no tempo, os exemplos anteriores têm algo em comum: depararam-se com problemas/desafios, (re)definiram modelos de negócio, criaram novos produtos e sobretudo, aprenderam com a valorização dos erros passados. Como nos diz Bill Gates: “é bom comemorar o sucesso, mas é mais importante prestar atenção às lições do fracasso”.

Rui Pinheiro

Rui Pinheiro tem organizado vários eventos na área da motivação pessoal e do empreendedorismo. Acreditando que as oportunidades se constroem, fundou o empreendedor bracarense, um site dedicado a divulgar os empreendedores da cidade de Braga e o projeto DishKids - empreendedorismo infantil. É sócio-fundador do projeto Escola da Terra, trabalha atualmente na Startup Braga.

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Author: Rui Pinheiro

Rui Pinheiro tem organizado vários eventos na área da motivação pessoal e do empreendedorismo. Acreditando que as oportunidades se constroem, fundou o empreendedor bracarense, um site dedicado a divulgar os empreendedores da cidade de Braga e o projeto DishKids - empreendedorismo infantil. É sócio-fundador do projeto Escola da Terra, trabalha atualmente na Startup Braga.

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