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Erros mais comuns no networking

Uma boa rede de contactos é um dos elementos chave para contribuir para o sucesso de alguns empreendimentos, podendo trazer oportunidades para ajudar os outros ou para ser ajudado, criando benefícios mútuos. No entanto, criar uma rede...

Uma boa rede de contactos é um dos elementos chave para contribuir para o sucesso de alguns empreendimentos, podendo trazer oportunidades para ajudar os outros ou para ser ajudado, criando benefícios mútuos. No entanto, criar uma rede de contactos extensa e saber geri-la é uma tarefa propícia a vários erros. A HR Portugal apresenta os cinco erros do networking, segundo a revista de empreendedorismo norte-americana Inc.:
1. Tirar antes de dar: Ainda que o objectivo de estabelecer uma rede de contactos passe por conseguir uma referência, fazer uma parceria ou mudar de trabalho, tentar tirar proveito dessa relação antes de dar algo em troca não é proveitoso. O ideal é oferecer o que tem para providenciar e, assim, estabelecer uma relação de confiança. Este princípio é a garantia para uma rede de contactos não apenas extensa, mas também duradoura.
2. Julgar que os outros se devem preocupar consigo: cada profissional está preocupado com os seus próprios problemas, não procure ajuda para resolver as suas dificuldades já que o mais provável é não conseguir o que procura. Para estabelecer uma relação opte pelo caminho inverso: revele interesse no que estão a fazer e mostre como pode ser útil.
3. Disparar para todo o lado: Criar uma rede de contactos exige tempo, paciência e critérios de selecção. O objectivo não é ter uma lista longa, mas um conjunto de pessoas com quem tenha uma relação e isso é impossível com dezenas ou centenas de pessoas.
4. Não se fique pelas redes sociais: para estabelecer uma relação com os seus contactos não basta fazer posts no Facebook, no LinkedIn e Twitter. Esse é um princípio, mas é preciso trazer as pessoas com quem se relaciona para a sua vida real. Os eventos são uma boa opção.
5. Ambicionar demasiado: estabeleça relações de modo a que possa haver um benefício mútuo. Não procure relacionar-se apenas com pessoas que o possam beneficiar, mas que não tirem qualquer partido ao relacionarem-se consigo, já que o mais provável é que não durem muito tempo na sua lista de contactos.

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10 Janeiro 2012 | Susana Lourenço - IPN