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Inside an entrepreneur – José Vicente Moura

Com o passar dos podcasts a quinzenais, achamos que seria pertinente iniciar algo diferente e assim surge Inside an Entrepreneur. Esta rubrica terá duas...

Com o passar dos podcasts a quinzenais, achamos que seria pertinente iniciar algo diferente e assim surge Inside an Entrepreneur. Esta rubrica terá duas componentes; A primeira são algumas perguntas em que o empreendedor é questionado acerca das ferramentas e truques que não dispensa; A segunda é a descrição de um dia típico seu.

O nosso principal objectivo é tentar compreender o que estas personalidades têm ou fazem diferente, como se organizam, o que utilizam, etc. No fundo queremos perceber porque se tornaram em casos de sucesso.

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Quem é e o que faz?

O meu nome é José Vicente Moura, nascido no longíssimo ano de 1937, Capitão de Mar e Guerra reformado, da Armada.  Actualmente, desde 1997, após um mandato anterior, Presidente do Comité Olímpico de Portugal, actividade que exerço com gosto e dedicação.

Que hardware usa? E que software?

Durante o dia utilizo o seguinte hardware: viatura, computador fixo na minha secretária, computador portátil em casa, telemóvel e iPad.  A nível de software utilizo o Windows XP, o Safari, telemóvel última geração.

As ferramentas que utilizo, uma vez que sou um adepto recente das novas tecnologias, chegam perfeitamente.

Qual é a sua ferramenta de sonho?

A minha ferramenta de sonho é o iPad, que considero um avanço tecnológico de importância ainda não inteiramente reconhecida e que utilizo frequentemente, especialmente quando estou fora de Lisboa.

O que é que sempre quis ser?

Sempre quis ser membro do Comité Olímpico Internacional. Mas por variadas razões, nomeadamente a idade, não fui, nem serei.

O que considera fundamental para se ser bem sucedido?

Considero fundamental para ser bem sucedido, além de qualidades inatas de inteligência, associar-lhe capacidade de trabalho, rigor e capacidade de aprendizagem com os erros cometidos (pelo próprio e pelos outros). A vida ensinou-me que somos nós e a nossa circunstância. Oportunidades falhadas, muito provavelmente, não se voltam a repetir. Pessoalmente julgo que agarrei todas as oportunidades que me foram facultadas.

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Rotina

Por norma acordo cedo, às 7.15h.  Às 8.00h levo a minha neta à Faculdade de Motricidade Humana.  Regresso a casa, mudo de roupa e tomo o pequeno- almoço fora de casa, com a minha mulher, por volta das 9.00h. Pelas 10.00h estou no meu gabinete, no Comité.

Leio os jornais desportivos e diários do dia. Anteriormente, ainda em casa, no meu iPad já li o “Público” e o “El Pais”.  Ligo o computador e leio os mails entretanto recebidos. Durante a manhã leio a correspondência, respondo à que tenho de responder e efectuo pequenas reuniões de carácter interno.

Pelas 13.30h regresso a casa para almoçar, isto se não tiver compromisso de almoço por minha iniciativa ou a convite de alguém, regressando ao COP por volta das 16.00h.

Durante a parte da tarde estudo documentação, estou presente em eventos para os quais fui convidado. A minha agenda, sempre extensa e exigente, é gerida directamente pela minha secretária. Ausento-me do COP por volta das 18.30h/19.00h, depende dos dias.   Regresso a casa, caso não tenha nenhum compromisso essa noite, frequentemente transporto a minha neta para o treino de Basquetebol, recolhendo-a por volta das 23.00h.

Nota: Durante a semana ausento-me frequentemente de Lisboa, a fim de assumir compromissos de agenda e à noite é frequente estar presente em eventos de carácter desportivo diversos.


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12 Junho 2011 | Administrador