Benchmarking

Não é o caso, mas o negócio até poderia ter que ver com aves – “a galinha da vizinha é mais gorda que a minha” bem que poderia servir de introdução ao conceito de benchmarking, mas avisam-se já os mais pessimistas, ou, quem sabe, mais dados à crítica da vizinhança, que o termo nada tem de depreciativo.

Tendo ganho expressão, inicialmente, nos Estados Unidos com a Rank Xerox Company, benchmarking define-se como um processo contínuo e sistemático de avaliação de produtos, serviços e metodologia de trabalho de empresas que têm reconhecimento nas melhores práticas, com vista a estabelecer comparação e identificar formas de melhorar diferentes aspectos da empresa que realiza o processo (de benchmarking). E como, mesmo não se tratando de galinhas, houve quem estivesse atento e gostasse da ideia, benchmarking tornou-se uma prática de nomes bem conhecidos como Kodak, IBM, Johnson & Johnson e Texas Instruments.

Benchmarking é um dos mais úteis instrumentos de gestão, permitindo conquistar superioridade de uma empresa em relação à suas concorrentes – mas, importante de salientar, é o facto de para realizar o processo, se partir do princípio de que nenhuma empresa é melhor em tudo e que é necessário que algo seja feito contra a diminuição da rentabilidade.

Mais do que reconhecer que a galinha do vizinho é melhor, perceber porquê pode ser bem construtivo!

Imagem por lumaxart.

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