On being cool (and innovator)

A  competição a tal parece obrigar, pelo menos no mercado dos produtos e serviços* de grande consumo. Neste campo, a companhia da maçã tem escrito as regras do jogo. Por outro lado, Steve Balmer, o CEO da Microsoft, diz que ser cool não chega (I wonder why…). Em que ficámos?

Afinal, o que é um produto “cool”?

Em Stanford, há uma exposição só dedicada a este assunto, que até avisa o criador de uma certa tablete para ter cuidado com a mui portuguesa Displax, de Braga.

Já Jeffrey Phillips usa o quociente de “coolness” para determinar o potencial de um produto/serviço inovador, no sentido em que é o factor de atracção que pode fazer a diferença na adopção pelo mercado.

Como então criar um produto ou serviço “cool”?

Jeremy Gutshe tem algo a dizer sobre o assunto:

Da minha parte, acho que Miles Davis deu a resposta certa.

*Existem várias definições de inovação e tipos de inovação, mas as mais conhecidas apontam para inovações de produto, processo, organizacional e marketing.

Author: Carlos Cerqueira - IPN

Director de Inovação do Instituto Pedro Nunes

One thought

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Pode usar estas etiquetas HTML e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>