O projecto INEO começou como uma iniciativa da Jeknowledge com apoio do IPN e DITS - UC, tendo ao longo do tempo juntado diferentes parceiros

Queremos ser uma referência na divulgação e estimulo à inovação empreendedorismo e startups, através da partilha de experiências, apresentação de espaços, pessoas e projectos até aos passos de criação de uma empresa.

Os autores farão através de áudio, vídeo e a escrita habitual um relato que se quer inspirador do ecossistema empreendedor que nos rodeia.

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Objectivo de negócio primeiro, funcionalidade depois

Quando se fala em desenvolver um novo produto de software, as duas maiores preocupações são:

  • O quão caro é o desenvolvimento
  • Quantas vezes o resultado final não corresponde às expectativas
Por...

Quando se fala em desenvolver um novo produto de software, as duas maiores preocupações são:

  • O quão caro é o desenvolvimento
  • Quantas vezes o resultado final não corresponde às expectativas

Por isso, a reacção natural de quem contrata uma equipa de desenvolvimento é a de reduzir ao máximo a informação transmitida. Procuram outros projectos semelhantes e indicam com detalhe as funcionalidades precisas. Por exemplo:

  • Queremos que nos façam um blog como este
  • Precisamos de uma aplicação Android para a nossa empresa com X, Y e Z

A verdade este comportamento é contra-produtivo, porque não transmitem à equipa que vai desenvolver o produto o Porquê.
Nada ajuda mais os designers e programadores envolvidos num projecto como conhecer os objectivos de negócio por detrás dos requisitos. Michael Dupuis, da DockYard, confirma-o no artigo Reducing Project Costs: Features As Business Objectives.

Features are not grounded in any sort of reasoning; business objectives are. Enter the planning process with a set of business objectives for the application.

Let’s take a simple case. A client is overhauling their marketing site. They sit down in their first planning meeting with the designers and developers and say “we want a blog.” A blog is a feature – it is not a business objective. What would be more helpful from the designer and developers’ perspectives is to hear: “we want a way to show prospective clients that our firm is transparent.” This a business objective. It informs the designer that there is a target audience to design for (prospective clients). It tells the designer a little bit about the client’s values (transparency). Yes, it may lead to a blog, but what’s important is that it grounds the feature with a purpose.

É por estas razões que as boas consultoras de software, quando recebem um projecto novo, a primeira coisa que perguntam é Porquê?.

Sérgio Santos

Developer na Nourish Care, fundador da Bundlr e organizador dos Coimbra Startup Meetups.

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17 Dezembro 2014 | Sérgio Santos

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Arrisca C 2014 – Prazo de candidatura

Termina às 23:59:59h de hoje a entrega das candidaturas para o Arrisca C 2014 São mais de 100.000€ em prémios para as 2 Tipologias: Ideias e Planos de Negócio. Prémio pecuniário, incubação nas melhores incubadoras do país,...

Termina às 23:59:59h de hoje a entrega das candidaturas para o Arrisca C 2014

São mais de 100.000€ em prémios para as 2 Tipologias: Ideias e Planos de Negócio.

Prémio pecuniário, incubação nas melhores incubadoras do país, mentoring, coaching, criação da identidade visual, criação de protótipo e apoio a candidaturas europeias estão a espera do teu projeto inovador.

Mais informação em www.arrisca-c.pt

 

Pedro Oliveira

Senior Innovation Manager at jeKnowledge

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12 Dezembro 2014 | Pedro Oliveira

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Podcast – António Cunha e Luís Matias, FarmReal

Estivemos à conversa com o António Cunha e o Luís Matias promotores e do FarmReal a fim de perceber alguns detalhes acerca deste projeto!

A inovação não se aplica só na área da tecnologia ou informática e foi isso que tentámos explorar neste podcast com o testemunho de Luís Matias sobre a abordagem do município de Penela ao tema do empreendedorismo e inovação.

 

Timeline:

00:00 – Em que consiste o FarmReal?

01:00 – O que é que motivou este projeto?

02:07 – Em que é que se baseia a tecnologia utilizada?

03:39 – Em que fase está o projeto?

05:45 – Que balanço faz da aposta na inovação por parte do município de Penela?

10:36 – O FarmReal saiu em parte do ineo start, que balanço fazem da participação neste projeto?

12:00 – Que conselhos dariam a um jovem empreendedor que queira criar a sua própria empresa?

 

 

 

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Pedro Oliveira

Senior Innovation Manager at jeKnowledge

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10 Dezembro 2014 | Pedro Oliveira

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FW 2015: Empreendedorismo

Durante o meu primeiro JADE Spring Meeting (que se realiza em Bruxelas todos os anos), assisti a uma situação caricata. A uma sala de conferências do Parlamento Europeu, cheia de Júnior Empresários, colocou-se a questão...

Durante o meu primeiro JADE Spring Meeting (que se realiza em Bruxelas todos os anos), assisti a uma situação caricata. A uma sala de conferências do Parlamento Europeu, cheia de Júnior Empresários, colocou-se a questão “quem, daqui, pondera seriamente criar a sua própria empresa?”. Da sala toda, com mais de 200 Júnior Empresários, contavam-se cerca de 20, máximo 30 braços no ar, em “desacordo” com a premissa de que o Movimento Júnior incentiva o Empreendedorismo. Não estranhei portanto quando à pergunta “quem pretende trabalhar numa grande empresa” a resposta foi um mar de braços, estendidos para agarrar a próxima oportunidade de uma carreira corporativa.

Em primeiro lugar, há que definir o que é Empreendedorismo. Empreender, como conceito, tem evoluído nos últimos tempos. Já não se resume apenas à criação do próprio emprego, liga-se agora também à inovação, dentro e fora do local de trabalho, quer se esteja a trabalhar por conta própria ou de outrem. Mas tomemos empreendedorismo, no âmbito desta crónica, pela sua definição clássica: criação de uma empresa por moto próprio.

A verdade é que o Empreendedorismo está na moda. E não é só nesta estação, já há uns anos que se verifica uma tendência crescente para usar essa expressão.

Urge reciclar o Empreendedorismo, torná-lo novo e interessante de novo, mostrar que ser Empreendedor é mais do que criar uma empresa. Melhor, ser Empreendedor não se ensina, não se aprende. Não se faz um workshop de Empreendedorismo e já se é empreendedor. Isso, pura e simplesmente, não existe.

Qual é então a fórmula mágica para incentivar o Empreendedorismo? Na verdade, não acredito que exista uma. Acredito sim que existem ferramentas para lá chegar, mas todos somos diferentes, e o que resulta com uns, não resultará com outros. Obviamente que todos precisamos do conhecimento técnico, por exemplo como elaborar uma estratégia, pensar num business model, organizar a informação e chegar às pessoas certas. Mas, e não descurando as maneiras totalmente erradas de fazer as coisas, não existem fórmulas 100% correctas para chegar a algum lado. E isso prende-se essencialmente com a natureza disruptiva e pouco consensual do Empreendedorismo.
Outra coisa: nem todos podemos, ou vamos, ser Empreendedores! O Mundo precisa de quem trabalhe (e bem!) nas startups que se vão proliferando! Precisamos de menos estigma, mais vontade de trabalhar, menos orgulho no ser Empreendedor e mais valor no (agora já famigerado) Intrapreneurship.

Ser Empreendedor. É giro, é in, é sexy. Mas isso não surge do nada. Ser Empreendedor surge de uma ideia, de uma vontade de mudar os paradigmas, de ser disruptivo. Se assim não for, é preferível ser-se um “Intrapreendedor”. E isso tem tanto ou mais valor e capacidade de causar impacto directo em algo do que o ser-se Empreendedor.

E como se estimulam estes dois conceitos e práticas? Na minha opinião, e daquilo que vejo, é com a criação de um ambiente propício às ideias, propício a falhar e voltar a tentar. Criar um ambiente em que qualquer ideia é válida, em que são dadas ferramentas para explorar as ideias e verificar a sua pertinência, em que são dados conselhos, partilhadas experiências, ultrapassados obstáculos, é essencial para fomentar a vontade de trabalhar e inovar. E se há um sítio onde esse trabalho pode ser feito, é nas nossas mini-empresas de pré-trabalhadores em pós-vontade-de-fazer-mais, as Júnior Empresas. É na formação de profissionais competentes, preparados para sair da faculdade e trabalhar, seja em empresa própria ou alheia, que se encontra sem dúvida o maior e melhor impacto de uma Júnior Empresa. E é aí que devemos apostar. E observar as experiências, sucessos e insucessos de outros é uma prática valiosa para perceber que, afinal, não é impossível chegar mais longe. Não há receitas para o sucesso. Mas há ingredientes fundamentais: trabalho, muita vontade de agitar as águas e curiosidade suficientes para falhar e voltar a tentar encontrar o caminho certo.

Pedro Rente Lourenço

Biomedical Engineer | Consultant @ Fuschiafusion | Promoter @ HealthMonitor | Volunteer Researcher @ Imperial College London

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3 Dezembro 2014 | Pedro Rente Lourenço

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Realiza-se esta sexta-feira o IX Fórum de Desenvolvimento Económico, promovido pela C.M.Penela.

Um espaço de debate regional sobre Economia e Desenvolvimento onde a inovação e o empreendedorismo têm lugar a ser questionados.

Esta edição conta com algumas novidades entre as quais o Penela Pitch, um concurso de ideias de negócio “semelhante ao Shark Tank”, e um debate sobre o estado da economia portuguesa numa rubrica apelidada de “Wine Talk”.

+info

 

EDIT: Press Release

Pedro Oliveira

Senior Innovation Manager at jeKnowledge

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27 Novembro 2014 | Pedro Oliveira

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Podcast – Davis Gouveia, Uniarea

Estivemos à conversa com o Davis Gouveia, CEO da Uniarea para tentar perceber as suas motivações e descobrimos que os interesses em assuntos como a educação e a passagem pelo exames.org foram  o mote para a criação deste portal online!

Falámos ainda sobre o panorama nacional na área do movimento de junior empresas em Portugal e o impacto que estas têm na vida profissional de cada um.

 

Timeline:

00:00 – Em que consiste o portal Uniarea?

01:04 – Qual foi a motivação para a criação da Uniarea?

01:35 – Passada a fase de exames do e.secundário e as candidaturas ao ensino superior, qual é o balanço que fazes do desempenho do Uniarea?

02:15 – Como tem sido a expansão da plataforma no contexto internacional?

04:27 – Também foste presidente da junitec e mais recentemente foste vice-presidente da JADE Portugal. Que avaliação fazes destas experiências?

05:28 – Consideras que a quantidade de juniores empresas hoje em Portugal é suficiente para “saciar a fome” de jovens empreendedores ou são necessárias outras?

06:45 – Como é que vez a atualidade em Portugal e a realidade do empreendedorismo no nosso país?

07:54 – Achas que a existência de uma formação académica muito especializada é importante nos dias que correm?

09:06 – Que conselhos dás a jovens estudantes universitários que pretendem criar uma empresa?

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Pedro Oliveira

Senior Innovation Manager at jeKnowledge

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25 Novembro 2014 | Pedro Oliveira

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Os 4 Passos Para Saber Dizer NÃO!

Aquele momento em que alguém te pede para fazeres algo (importante!) e tu não tens tempo. A pessoa insiste e insiste… Não sabes como dizer Não!, então acabas por fazer… Baseado no artigo de

Aquele momento em que alguém te pede para fazeres algo (importante!) e tu não tens tempo. A pessoa insiste e insiste… Não sabes como dizer Não!, então acabas por fazer… Baseado no artigo de Brian de Haaff, co-fundador e CEO da Aha!, com o seguinte título “Como as pessoas com sucesso dizem Não!” (How Successful People Say “No”), em baixo apresento-te os 4 passos para saber dizer Não!


Saber que tens que dizer não é apenas metade da corrida. A dificuldade está em dizê-lo sem magoar o outro, de forma inteligente, demonstrando respeito e consideração pelo mesmo.

  1. Ouve

Se alguém te pede para fazeres algo, deves partir do pressuposto que é realmente importante para essa pessoa, de outra forma não te pediria. O objetivo é entenderes a visão dessa pessoa e seres capaz de medir a real dimensão e importância desse pedido. Mostra a essa pessoa que te preocupas com ela e que percebes que é importante que essa tarefa se realize.

  1. Conhece as tuas prioridades

Neste ponto, Brian usa um conceito a que ele chama de abordagem consoante os objetivos‘goal first’ approach. Ou seja, tens que definir as tuas prioridades e objetivos, onde queres chegar. Porque se não tens uma visão, vai ser difícil perceber se o pedido que te fizeram está ou não alinhado com as metas que queres alcançar no longo-termo.

 

  1. Toma a decisão

Deves responder aos pedidos assim que eles são feitos. Isto porque não deves desperdiçar o teu tempo e a pessoa que te pediu não quer ficar infinitamente à espera da resposta. Claro que tens que pensar primeiro. Assim, informa a pessoa quando lhe vais dar a resposta final – cumpre esse prazo!

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  1. Explica porquê

Para que não sejas compreendido de forma errada e cries inimizades, deixa bem claro o motivo pelo qual estás a dizer não a essa pessoa. Tens que ser mais do que simpático, porque só isso não faz com que a outra pessoa entenda a tua perspetiva. Brian refere, ainda, que explicando o “porquê” faz com o “quê” seja digerido de forma mais simples e compreensível.


Despois destes 4 passos fica a questão: sentes frequentemente que te é difícil dizer não? Se sim, começa a aplicar esta abordagem: simples e direta!

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19 Novembro 2014 | Mário Tarouca

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ESA Business Incubation Centre (BIC) in Portugal supports...

  ESA BIC Portugal was launched on November 5th 2014 in the 5th Space Portugal Forum. The ceremony was held in the presence of ESA Director of Technical and Quality Management, Franco Ongaro, the President of Insituto Pedro Nunes,...

 

ESA BIC Portugal was launched on November 5th 2014 in the 5th Space Portugal Forum. The ceremony was held in the presence of ESA Director of Technical and Quality Management, Franco Ongaro, the President of Insituto Pedro Nunes, Teresa Mendes, the Portuguese Minister of Education and Science, Nuno Crato, and of the Minister of Economy, António Pires de Lima. ESA BIC Portugal is now the 10th Incubation centre from ESA and will be managed by Instituto Pedro Nunes.

ESA BIC Portugal provides support to launch new business where space technologies ignite disruptive solutions for our daily life!

 

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How to launch your business?

Some starting points and resources available to Entrepreneurs: Earth Observation data, space technologies available in the form of a patent or software, a combination of those!

Your mission is to spot an opportunity in a given market (automotive, health, energy, environment, logistics, media, etc. – you name it! J), and propose to address a problem or opportunity in that market, using the space technology. Be bold!

 

How can ESA BIC Portugal support you in this process?

ESA BIC Portugal offers 3 possible incubation locations (Coimbra, at IPN), Porto (at UPTEC) and Cascais (at DNA Cascais).

All incubatees receive business support, networking opportunities, access to additional funding (business angels, venture capital, etc.) and can use a bank of 80h/year in technical support.

 

Next step: submit your application!

IPN will make available the submission templates, this will happen in the coming weeks!

Once it is open, the Call will have 4 Evaluation Campaigns per year.

For the next Evaluation Campaign, send your applications no later than February 2nd, 2015!

 

Text by: Inês Plácido – ESA Business Incubation Centre Portugal Manager

Joao Nuno Nogueira

Physics Engineer and Innovation Manager @ IPN - Instituto Pedro Nunes in Coimbra.

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16 Novembro 2014 | Joao Nuno Nogueira

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Podcast – Roberto Machado, Group Buddies

 

 

Estivemos à conversa com o Roberto Machado, CEO da Group Buddies (Gb) e criador da Creators School.

Engenheiro Informático, criou, com os seus amigos, a sua empresa de base tecnológica, são hoje um motor de promoção da cultura tecnológica na área da informática na cidade de Braga.

Falámos sobre os conhecimentos adquiridos nas universidades e o quão adequados são ao mercado de trabalho.

 

Timeline:

00:00 – O gosto pela programação e pela área da informática existia já antes de entrar na universidade?
01:18 – Qual é a real área de trabalho da empresa (Gb) ?
04:10 – Em que é que esta vivência (associativa) contribuiu para o profissional que és hoje e para a forma como desempenhas o teu trabalho?
05:51 – A formação que obtiveste na Universidade do Minho preparou-te para os desafios que ia encontrar no futuro?
07:46 – A Creators School é um outro projeto do qual fazes parte, em que consiste e como surgiu a ideia?
09:48 – Qual é, na sua opinião, a melhor estratégia para alavancar o empreendedorismo na região de Braga?
11:28 – Que conselhos daria a jovens empreendedodres que pretendem criar uma startup tecnológica?

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Pedro Oliveira

Senior Innovation Manager at jeKnowledge

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12 Novembro 2014 | Pedro Oliveira

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Coimbra. What else?

I am often asked, "What are you still doing in Coimbra? Why don't you move to London, Singapore, NY?" Here's the reason why. Managing a technology park is a hard work but it is also fun. Take this past week as an example. We closed...

I am often asked, “What are you still doing in Coimbra? Why don’t you move to London, Singapore, NY?”

Here’s the reason why.

Managing a technology park is a hard work but it is also fun. Take this past week as an example.
We closed the deal with a company wanting to move to the business center. I showed the building and our services to three other companies and held a meeting with the management team of a company planning to build their headquarters at Coimbra iParque.
On wednesday we hosted a conference on “How to internationalize to Colombia”, organized by the Portuguese-Colombian Chamber of Commerce. That same day, at night, I missed the “Project Night” at Casa das Artes – a weekly event for people wanting to work on their side projects – because I had to think about what to say the following morning on the INEO innovation blog launching session. jeKnowledge had invited me to talk about Choose Coimbra – the web portal of the innovation ecosystem of the Coimbra region. It was great to meet with Ricardo Moreira – a Son Goku lover living in Shangai whose job is to import Portuguese wines to China and facilitate Chinese investment in Portugal – during that session. Having been out of the office for a couple of hours, I had to catch up on all the e-mails and phone calls I had received. I worked till late hours and that made me miss Ignite Portugal - another creativity and innovation event taking place in Coimbra.
On Friday noon, I had the opportunity to revisit some friends – like Sérgio Santos – and meet with some other dynamic entrepreneurs, like Miguel Antunes, who held this week’s Coimbra Startup Coffee meetup at their offices by the river Mondego.

By this moment some of you may be thinking that this must have an exceptional week. If so, just keep reading.

Earlier this month I attended a workshop on Business Model Generation, given by Alex Osterwalder himself!
And do you know whom I met there? Rui Ferreira, one the guys responsible for taking the worldwide famous Shark Tank show to Portugal.
By the way, what to say about the European Space Agency announcing the creation of a Business Incubation Center in Coimbra? Congratulations Paulo Santos and Carlos Cerqueira (and all the team at IPN).

In the meantime, my long-lasting friend José Gomes – a brilliant structural engineer living in London – came to visit and another friend – João Machado – launched his education-changing project: dharma5academy.

Want to join me on this magical life?

Choose Coimbra!

João Bigotte

Consultor de Inovação. Fundador do Choose Coimbra.

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8 Novembro 2014 | João Bigotte

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A Wild Unicorn Appeared!

Em tudo na vida há sempre um antes e um depois. Hoje vive-se uma época em que muitos dizem que o mercado está a dar demasiada importância à tecnologia e que isso irá, mais tarde ou mais cedo, levar-nos a outra...

Em tudo na vida há sempre um antes e um depois. Hoje vive-se uma época em que muitos dizem que o mercado está a dar demasiada importância à tecnologia e que isso irá, mais tarde ou mais cedo, levar-nos a outra Internet Bubble. A questão é que isto não é só um problema financeiro. É um problema que afecta todo um ecossistema de desenvolvimento tecnológico. E aqui pergunta-se: quais são as diferenças entre o antes e o depois do rebentar da bolha?

A diferença tem como base duas variáveis muito importantes: a) capital disponível e b) pré-disposição para i) iniciar e ii) financiar projectos, tudo afectado pela simples mudança de como o mundo vê o ecossistema tecnológico.

Durante a pós-bolha, há imensos entraves ao desenvolvimento tecnológico. O primeiro é logo o capital disponível, fecha-se a torneira a financiamentos de projectos. De um momento para o outro passa-se de financiar tudo e mais alguma coisa para ter dúvidas sobre todo e qualquer projecto. Isto acontece porque os investidores perdem confiança na área que foi afectada pela bolha e faz com que seja mais difícil entregar milhares (ou milhões) de euros a pessoas com vontade de criar valor para o mundo.

Por outro lado, quando se começa um projecto que não é imediatamente monetizável e consome recursos (não só financeiros), a pré-disposição para alguém continuar ligado a ele depende quase exclusivamente da percepção dos fundadores de conseguirem, ou não, financiamento. Hoje acontece isso — não se começam projectos só porque o fundador acredita neles, começam-se projectos porque o fundador sabe que existem mais pessoas a acreditar no projecto. E neste ponto, o pré-bolha e o pós-bolha são muito diferentes. No pré-bolha há mais possibilidades de encontrar alguém que acredite num projecto tecnológico e no pós-bolha é bem mais difícil encontrar quem esteja disposto a arriscar numa área que sofreu muito no intervalo de tempo que vai desde o rebentamento da bolha até ao início da bolha seguinte.

Teoricamente e de forma muito sucinta, é quase como dizer que as estrelas estão alinhadas para que tudo corra bem no pré-bolha. No pós-bolha só um grupo selecto de projectos é que consegue sair da estaca zero.

Agora a pergunta que se coloca é: estamos ou não a viver a segunda bolha da internet?

O meu trabalho obriga-me a passar muito tempo no CrunchBase e nota-se que a nova moeda não é o dólar mas sim o milhão de dólares. Segundo um dos últimos estudos estatísticos do TechCrunch com base nos dados do CrunchBase, o típico projecto bem sucedido tem financiamento médio de $41m. $41m é dinheiro mas…

Na minha sincera opinião, não – não estamos a viver a segunda Internet Bubble. Há grandes diferenças estruturais entre o mercado tecnológico hoje e o mercado tecnológico de há 15 anos atrás. Hoje o mundo acredita muito mais na tecnologia e as barreiras de aprendizagem estão quase eliminadas. O Square há 15 anos atrás nunca teria o volume de negócios que tem hoje, o Spotify nunca consegueria sair de Estocolmo, o Netflix nunca conseguiria ter as receitas que tem. O mercado não só transacciona valores interessantes como existe pressão para criar concorrência. Todos os serviços que referi têm concorrentes que nasceram com o propósito de lhes roubar quota de mercado e receberam de forma cumulativa ou imediata, 50.000.000 de doláres para o fazerem (também são projectos especiais no sentido em que oferecem coisas tangíveis, mas isso dava conversa para outro artigo). Esta pressão para a criação de concorrentes em mercados que já têm case studies de sucesso é feita às três (literalmente) pancadas:

  1. Esse mercado gera muito dinheiro?
  2. É possível ter uma base de utilizadores grande numa timeframe pequena?
  3. É possível criar uma estrutura capaz de responder de forma positiva às duas perguntas anteriores dentro de 4 semanas?

Se a resposta for “sim” a estas três perguntas, então dão-se 50 milhões de dólares ao primeiro par de marmanjos que aparecem. O resultado destas acções é que dá um aspecto de bolha ao ecossistema, porque muita gente falha. A questão é que os “novos” VCs que dão $50M a qualquer pessoa, estão mais atentos às oportunidades de mercado do que ao talento de execução. E o que acontece em 90% dos casos é que as equipas formadas em cima do joelho não são capazes de criar, gerir ou reter talento para criar soluções concorrentes aos gigantes que já populavam certos mercados. O ponto a que quero chegar é que uma coisa é a execução de ideias ou projectos (onde, na prática, tudo corre mal) e outra coisa é a perspectiva financeira que mostra que há lógica (e bastante) por de trás de tais financiamentos. Sucintamente, se há dinheiro e há espaço para mais gente, porque não tentar?

Só há uma característica das finanças de projectos tecnológicos que me assustam hoje um pouco, que são os burn rates actuais. Mas isso é outro artigo.

Mas depois há os Unicórnios. Os unicórnios são a razão pela qual se pensa que estamos num mundo de fantasia e cada vez mais próximos do abismo financeiro no mercado tecnológico. É verdade que ao longo do último ano houve mesmo demasiados unicórnios a aparecer (numa média anual de 4). Mas vamos saltar para Abril de 2013 e vamos analisar estes preciosos animais (neste caso só as aquisições).

  1. 9/04/2013: Facebook paga $1B pelo Instagram.
  2. 20/05/2013: Yahoo! paga $1.1B pelo Tumblr.
  3. 11/06/2013: Google paga $1.1B pelo Waze.
  4. 12/02/2014: Google paga $3.2B pelo Nest*.
  5. 19/02/2014: Facebook paga $19B pelo WhatsApp.
  6. 25/03/2014: Facebook paga $2B pelo Oculus VR*.
  7. (Pelo meio anda houve quem rejeitasse $3B do Facebook e $4B da Google: Snapchat.)

*- é preciso notar que estes Unicórnios vendem coisas reais, tangíveis, palpáveis. O cálculo dos valores para aquisição são feitos de outra forma.

Há que entender que as aquisições existem por 3 razões estratégicas:

  • Aquisição de tecnologia;
  • Aquisição de utilizadores;
  • Eliminação de concorrência.

Quando olhamos para aqueles valores de aquisições, os leitores (principalmente os que têm bases académicas económicas/financeiras) devem abstrair-se do valor diluído por acção ou do Net Present Value que os projectos apresentam. As razões estratégicas que apresentei em cima têm valor financeiramente incalculável para uma empresa. Então quando se está a lidar com projectos de brand value enorme (que também é uma variável que não é bem calculada pelas ciências económicas na minha opinião), é normal que cheguem quantias enormes à mesa de negociações — falo especificamente do Instagram e do Tumblr, que são dois serviços presentes no lifestyle diário de dezenas de milhões de pessoas.

O caso excepcional do WhatsApp é difícil de entender e trouxe mais fantasmas da Internet Bubble que o esperado. O Facebook quer entrar à força no segmento das mensagens privadas mobile. Tanto que as últimas alterações às aplicações foram feitas exactamente com o mesmo objectivo. O segmento do mobile messaging é um segmento que já conta com alguns anos, tendo sido a RIM com o BlackBerry Messenger o primeiro grande nome. Mas apesar de já ter uns aninhos, é um mercado que ainda não entrou em fase de maturação. Aliás, é um mercado onde os utilizadores não têm atrito nenhum na mudança de serviço, coisa que se notou assim que o WhatsApp foi comprado. Todos os meses aparecem mais serviços de mobile messaging, só nos últimos tempos podemos falar do Path Talk, do Bleep da BitTorrent, do Cord, etc.

Mas existem possibilidades do WhatsApp de ser rentável dentro de pouquíssimos anos. Aliás, há coisas que não são inocentes, como os drones do Facebook a dar acesso à internet às regiões menos desenvolvidas do mundo, projectos em que nessas mesmas regiões não se paga para ter acesso ao Facebook que, juntamente com o modelo de negócio simplista do WhatsApp, pode permitir ao Facebook chegar a um mercado de 3.7 biliões pessoas que ainda se encontra por explorar.

Vistas as coisas por este prisma, se calhar há mesmo valores que não devem ser substimados. 16 biliões de dólares é dinheiro. Mas existem hipóteses do serviço ter gerado muito mais que 16 biliões de dólares daqui a 10 anos.


Vistas as coisas, a internet gera muito dinheiro. E ao contrário da bolha anterior de 2000, é responsável por fluxos económicos de grandezas enormes, fluxos económicos referentes a compras e vendas de bens/serviços que sem internet não seriam possíveis. Na minha opinião não estamos a viver nem a alimentar uma bolha. Apesar de haver muitas decisões estúpidas a serem tomadas pelas pessoas que tecnicamente ajudam a criar a percepção de bolha, não é extrapolável dizer que estamos numa bolha.

Felizmente o mercado tem uma característica bastante democrática: só os projectos com valor é que conseguem singrar no mercado. Pode-se conseguir muito financiamento mas sem utilizadores e sem tracção não se chega a lado nenhum. E essa ainda é das formas mais arcaicas que demonstra o valor de certos projectos. Infelizmente, isto não é assim tão linear. Dizem-nos muitos artigos que no ano X alguém inventou o produto Y e não teve sucesso. O problema pode não estar no produto, pode estar antes nas pessoas a quem se destina. Não se pode trazer o futuro para o presente. É tudo uma questão de timing.

O meu conselho para todas as pessoas é tentar perceber o mercado, quais as direcções que estão a ser tomadas e quais as tendências de investimento. É tudo uma questão de timing por isso não vale a pena desperdiçar oportunidades.

“Luck is what happens when preparation meets opportunity.” — Séneca

João Gonçalves

Currently doing awesome stuff at RedLight Software. My life runs on four things: music, movies, beer and coffee. Pleasure to meet you.

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5 Novembro 2014 | João Gonçalves

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Aconteceu na última sexta-feira o 30º Coimbra Startup Meetup.

Algum tempo depois da última edição, as equipas da Redlight Software e da Nourish Care resolveram reativar um dos mais mediáticos eventos de networking que Coimbra já viu.

Os meetups são encontros informais de pessoas que partilhem das mesmas motivações e filosofia – (ou então não) – com objetivo de partilhar experiências, métodos e metodologias, ou simplesmente relaxar depois de um longo dia de trabalho!

Processed with VSCOcam with s3 preset

Esta edição, o Coimbra Startup Meetup – também apelidado de Made In Coimbra – reuniu pessoas de várias organizações de Coimbra como startups, incubadoras e júniores empresas num ambiente com boa música, “comes e bebes”, muito boa disposição e até ping-pong.

Levanta-se aqui uma questão: Quão importante para uma startup é a existência deste tipo de encontros informais?

Pedro Oliveira

Senior Innovation Manager at jeKnowledge

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1 Novembro 2014 | Pedro Oliveira

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Podcast – O ineo

 

O primeiro podcast da nova edição do ineo dá destaque a si mesmo – ao ineo.

Juntámos a jeKnowledge, a DITS-UC e o IPN para falar de inovação, empreendedorismo e startup.

Falámos sobre a re-edição do ineo blog, o balanço que cada uma faz dos seus trabalhos e da importância de iniciativas como esta no desenvolvimento da região e dos estudantes.

O lançamento acontecerá dia 30 de outubro pelas 10:30h no Loggia – Museu Machado de Castro e contará com os testemunhos de João Bigotte sobre o panorama da inovação e do empreendedorismo em Coimbra, e com Ricardo Moreira que vem de Shangai para nos falar dessa pequena aldeia chamada China. Consulta aqui a infografia.

 

Timeline:
00:00 – Com o que podemos contar nesta re-edição do ineo?
01:30 – Para a DITS e para o IPN o que é que significa a junção a esta iniciativa com a jeKnowledge?
03:35 – Esta re-edição do ineo blog e as iniciativas que vão tendo são também uma forma de se aproximar mais à academia e dar a conhecer os vossos projetos?
03:21 – O IPN está obviamente ligado ao empreendedorismo, e a DITS também tem essa vertente, como é que tem corrido ao longo do tempo a vossa missão de expansão do empreendedorismo?
06:21 – Quais são as qualidades que se procuram num projeto para que possa expandir e resultar?
07:07 – Como é que um estudante se tiver uma ideia ou um projeto pode chegar até vocês?
07:31 – Qual o balanço que fazem do trabalho que tem sido feito e do crescimento tanto da DITS como do IPN?
08:44 – Quanto a um balanço do vosso (jeKnowledge) trabalho e da forma como têm vindo a desenvolver novas ideias e novos projetos, com o é que tem estado a correr?
09:49 – Que conselhos é que deixariam a um jovem que tenha uma ideia de criar uma empresa ou um projeto?

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Pedro Oliveira

Senior Innovation Manager at jeKnowledge

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29 Outubro 2014 | Pedro Oliveira

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O ineo blog está de volta, e traz amigos!

É já no próximo dia 22 de outubro 30 de outubro, no restaurante Loggia do Museu Machado de Castro (Coimbra), pelas 10:30h que será re-lançado para toda a comunidade o ineo...

É já no próximo dia 22 de outubro 30 de outubro, no restaurante Loggia do Museu Machado de Castro (Coimbra), pelas 10:30h que será re-lançado para toda a comunidade o ineo blog.

Depois de um ano a marinar, o ineo voltou com uma cara nova e com novos conteúdos. Queremos fazer do ineo o maior e o mais completo blog de empreendedorismo, inovação e startup português, tendo como objetivo a partilha de experiências, truques e dicas, e claro, motivar novos projetos!

Quanto aos amigos, bem… O tempo os trará ao descoberto!

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Pedro Oliveira

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13 Outubro 2014 | Pedro Oliveira

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Podcast – Diogo Cruz, Vertty

Estivemos à conversa com o Diogo Cruz, COO na Emove , Vice-Presidente da BET e lançou a 5 de Julho o seu mais recente projecto: a Vertty.

Gestor de formação e com experiência em cinco países explicou-nos a importância de uma formação base em gestão para criar uma empresa e deu-nos ainda a sua visão do que falta a Portugal para se tornar competitivo a nível mundial.

Falámos ainda sobre o processo de formação da Emove e das novas toalhas Vertty que prometem revolucionar a forma como olhamos para uma toalha de praia.

Timeline:

00:00 – Como é que geres todos estes projectos ao mesmo tempo?
01:47 – Estudaste na Católica e logo no 2ºano criaste uma empresa, a Emove. Como é que isto se propiciou?
05:06 – Até que ponto é que achas que uma formação base em Gestão é importante para criar uma empresa?
07:13 – Sentes que o facto de não teres formação em Engenharia te limita de forma nenhuma estares a tentar potenciar essa ideia?
08:51 – Já viveste em cinco países. Achas que as Universidades Portuguesas e o próprio estado estão a usar os meios certos para que mais jovens possam criar valor do proóprio negócio como tu tens feito?
11:08 – A tua equipa já se consegue sustentar pelos próprios projectos em que estão envolvidos?
12:47 – Achas que uma empresa para ter algum retorno ou para acrescentar algum valor terá que estar associado a algum centro de investigação?
15:10 – Tendo em conta essas dificuldades, como é que a tua família tem encarado esta decisão de criares o teu próprio emprego?
17:47 – Qual é que foi o projecto que mais gozo te deu envolver?
20:10 – Em que fase é que a Vertty está?

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André Carvalheira

CEO & Director de Inovação da jeKnowledge

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1 Agosto 2013 | André Carvalheira